Andando pelo Rio de Janeiro, de bicicleta. Uso meu celular, coloco na cestinha da bicicleta, e atravesso duas ruas em direção ao lago. Após meia volta no lago, vamos tirar uma foto, mas cadê o celular?
São 18h30, e só faltam 30 minutos para chegar no local de partida do ônibus. Uma volta rápida enquanto procuro pelo caminho, mas nada de achar.
Chego na hora, ao local de partida, mas sem o celular. No caminho, ligo várias vezes pro celular que chama, chama, chama, sem ser atendido. Quando chego na base, peço uma caminhonete emprestada para voltar e procurar o celular.
Começo a procurar na esquina em que usei o celular pela última vez, e vou andando, discando e procurando por todo o caminho até o local onde vi que estava sem ele. Percorro todo o caminho sem sucesso.
Volto de novo, procurando, ligando, pelo caminho, até onde estão me esperando, para irmos embora. Mas antes de voltar, uma última procurada. E os outros 3 me acompanham. Refaço o caminho de onde estamos até o local onde usei o celular pela última vez. E na esquina, do outro lado da rua... 'Tenente!', com o meu celular na mão, achado no chão, junto a algumas folhas.
São 22h30.
Muito obrigado, Senhor!
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