segunda-feira, 22 de junho de 2015

Benção nº 106: agora com o outro celular

   Fui procurar meu celular e não o encontrei. Tentei ligar para ele, só caía na caixa de mensagens. A bateria dele já estava fraca, significa que acabou de vez.
   Procurei várias vezes nos locais onde seria mais provável dele estar: mesa, cama, cama, mesa, outra cama, mesa, outra mesa, cama de novo, outras camas, outras mesas...
   Talvez o tivesse deixado em algum outro lugar: procurei em outra barraca, no refeitório e no lugar onde apresentei uma palestra, o último lugar onde eu tenho certeza de que estava com ele. Mas também tenho uma quase certeza de que saí de lá com ele.
   Voltando de lá, lembro de ter ouvido o barulho de alguma coisa caindo na lixeira, mas não senti falta de nada em cima da mesa. Quando volto para checar: lá estava o celular! Onde eu jamais o acharia novamente.
   Obrigado por trazer a minha memória esse fato, Senhor.
  

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Bênção nº 105

   Andando pelo Rio de Janeiro, de bicicleta. Uso meu celular, coloco na cestinha da bicicleta, e atravesso duas ruas em direção ao lago. Após meia volta no lago, vamos tirar uma foto, mas cadê o celular?
   São 18h30, e só faltam 30 minutos para chegar no local de partida do ônibus. Uma volta rápida enquanto procuro pelo caminho, mas nada de achar.
   Chego na hora, ao local de partida, mas sem o celular. No caminho, ligo várias vezes pro celular que chama, chama, chama, sem ser atendido. Quando chego na base, peço uma caminhonete emprestada para voltar e procurar o celular.
   Começo a procurar na esquina em que usei o celular pela última vez, e vou andando, discando e procurando por todo o caminho até o local onde vi que estava sem ele. Percorro todo o caminho sem sucesso.
   Volto de novo, procurando, ligando, pelo caminho, até onde estão me esperando, para irmos embora. Mas antes de voltar, uma última procurada. E os outros 3 me acompanham. Refaço o caminho de onde estamos até o local onde usei o celular pela última vez. E na esquina, do outro lado da rua... 'Tenente!', com o meu celular na mão, achado no chão, junto a algumas folhas.
   São 22h30.
   Muito obrigado, Senhor!